terça-feira, 25 de outubro de 2011

Deixados para trás 1 - Tim Lahaye e Jerry B. Jenkins

Título: Deixados para trás
Título Original: Left Behind
Autores: Tim Lahaye e Jerry B. Jenkins
Tradução: Rubens Castilho
ISBN: 85-243-0049-9
Editora: United Press
Uma ficção dos últimos dias

O pensamento de Rayford Steele estava numa mulher que ele nunca havia tocado. Com seu 747 totalmente lotado, ligado no piloto automático e voando sobre o Atlântico em direção ao aeroporto de Heathrow, em Londres, Rayford deixou por alguns momentos de pensar em sua família.
Naquele momento, ele acariciava a lembrança do sorriso de Hattie Durham, a chefe do serviço de bordo, e sonhava com o encontro que tinham marcado. Ao deixar a cabine por alguns momentos, Rayford teve seus pensamentos interrompidos. Hattie apareceu assustada e disse-lhe:
"Alguns passageiros sumiram!"

Deixados para trás é o primeiro livro de uma série de 13 volumes. Neste primeiro o leitor é levado a experimentar sensações únicas e inesquecíveis.
Os personagens principais dessa saga são, o piloto Rayford Steele, sua filha Chloe Steele, o jornalista Cameron Williams, conhecido como Buck, e a comissária de bordo Hattie Durham. A vida destas quatro pessoas é subitamente interligada quando estranhos acontecimentos ocorrem no mundo inteiro.
Em todos os cantos o terror e as dúvidas se instalaram. O que teria acontecido a milhares de pessoas em todo o mundo? Em um mesmo instante ocorrem diversos desaparecimentos, teria sido obra de seres extraterrestres, ou um plano da ex união soviética para dominar o mundo.

"Quando o capitão terminou de transmitir a informação sobre o retorno aos Estados Unidos, Buck Williams ficou surpreso ao ouvir aplausos dos passageiros. Todos estavam chocados e aterrorizados. Muitos eram dos Estados Unidos e queriam ao menos voltar para a família e amigos a fim de procurar entender o que havia acontecido. Buck cutucou o executivo à sua direita.
- Sinto muito, amigo, mas você precisa acordar para ouvir isto.
O homem olhou para Buck com ar enfastiado e balbuciou:
-Se não vamos cair, não me aborreça." - Pág. 31

Ninguém sabe ao certo o que está acontecendo, mas Rayford Steele tem algumas suspeitas e vai em busca de confirmações. Enquanto isso, Buck, o famoso jornalista do Semanário Global sai em busca de teorias para uma nova matéria. Ele, porém, se vê enredado em uma conspiração.
Uma nova ordem promete se pronunciar no mundo, e Buck pode estar no caminho de figuras importantes. Correndo risco de vida, após descobrir que um de seus amigos, que estava no rastro de um importante grupo internacional, acaba morrendo em circunstâncias suspeitas, o jornalista pede ajuda a Nicholae Carpathia, um novo e influente político. Cameron, no entanto, acaba descobrindo que o perigo estava mais próximo do que ele poderia supor.
Em meio a todo o caus Buck conhece a filha do piloto, Chloe Steele, e seu coração analítico e cauteloso acaba abalado. Uma força maior está por uni-los definitivamente.

"- Você vai achar muito interessante a teoria de meu pai sobre os desaparecimentos - disse Chloe a Buck.
- Vou?- perguntou ele.
Ela meneou levemente a cabeça confirmando, e ele notou um pedacinho de chocolate no canto da boca de Chloe.
- Permita-me - disse ele estendendo a mão.
Ela levantou o queixo, e ele retirou o chocolate com o dedo polegar. E agora o que ele devia fazer? Limpar o dedo com um guardanapo? Impulsivamente, ele lambeu o polegar.
- Seu louco! - reagiu ela - E se eu tiver uma doença contagiosa?
- Então agora nós dois estamos doentes - e riram.
Buck sentiu o rosto arder, algo que não lhe acontecia há muito tempo, e por isso tratou de mudar de assunto." - Pág.333 

Este livro, que já foi adaptado para o cinema, é uma ficção diferente e arrebatadora. Quando comprei, não podia imaginar que tinha em mãos um livro tão impressionante. Torna-se complicado até mesmo falar sobre ele. Apenas não posso deixar de indicar, pois tratasse de uma leitura imperdível! Corra, leia antes que o mundo acabe!!!
Minha Avaliação: ♦♦♦♦♦ (Ótimo)

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Série completa:

Deixados para trás 1
Deixados para trás 2 - Comando Tribulação
Deixados para trás 3 - Nicolae
Deixados para trás 4 - A Colheita
Deixados para trás 5 - Apoliom
Deixados para trás 6 - Assassinos
Deixados para trás 7 - O Possuído
Deixados para trás 8 - A Marca
Deixados para trás 9 - Profanação
Deixados para trás 10 - O Remanescente
Deixados para trás 11 - Armagedon
Deixados para trás 12 - O Glorioso Aparecimento
Deixados para trás 13 - A Vitória Final

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Assassinatos na Academia Brasileira de Letras - Jô Soares

Título: Assassinatos na Academia Brasileira de Letras
Autor: Jô Soares
Editora: Companhia das Letras
ISBN: 8535906177
Páginas: 256
1º Edição - 2005
 Meu desejo sincero seria que nossa Academia Brasileira não se esquecesse tanto de que também é de... letras!
- Afonso Arinos de Melo Franco

O ano é 1924 e a cidade é o Rio de Janeiro. O cassino do Copacabana Palace foi inaugurado e o glamour e sofisticação já estavam presentes em Ipanema desde então. Era pelo centro da cidade maravilhosa que circulava a alta sociedade e os grandes intelectuais em atividade em nosso país. Mal sabem estes pensadores que um serial killer está à solta, exterminando somente um tipo de vítima: os membros da prestigiada Academia Brasileira de Letras.
Mas quais os motivos que levam alguém a cometer um ato insano contra homens que se reúnem todas as tardes de quinta-feira para tomar chá com bolo?
Os crimes que acontecem neste livro não se tratam, apesar de todos os imortais mortos, de um ajuste de contas com os cânones bem pensantes de bem escrever pátrio. O assassino não é um crítico ou um leitor mais exigente, mas alguém que age envolto ao mistério da trama. Os Imortais da Academia Brasileira de Letras morrem em cartões-postais do Rio. Sem sangue. Estrebucham aparentemente do nada. No bondinho do Corcovado, no altar da igreja da Candelária. A brincadeira proposta por Jô é fazer com que o leitor, no meio de várias pistas, descubra qual é a verdadeira e identifique o criminoso.



Assassinato na Academia Brasileira de Letras é um livro curto, porém com uma quantidade de conteúdo impressionante. Logo nas primeiras páginas o leitor é levado a mente do assassino, cuja identidade será revelada apenas nas páginas finais do livros. Esse indivíduo misterioso planeja a morte dos "Imortais", os membros da Academia Brasileira de Letras, e sua motivação pode ser claramente notada, vingança.

"... ele sabia que faltava pouco para que a vingança enchesse seu coração de alegria. Repetiu mentalmente o velho provérbio siciliano "La vendetta è un piano che va servito freddo" ; até que o ritmo da frase se mesclou com a cadência da respiração. Sabia que só a morte lavaria a honra ofendida. Por duas vezes fora vilipendiado, humilhado. A notícia da recusa, glosada até nos matutinos populares, tornara-o motivo de chacota entre o poviléu. Os falsos amigos comentavam sono vote, entre sorrisos sarcásticos: "Ele vai tentar de novo e novamente não será aceito. Jamais deux sans trois... "'. Não lhes daria esse gosto. Seria ele a rir por último. O desagravo tomaria contornos de tragédia. Da sua formação francesa veio-lhe uma frase de Racine: "La vengeance troe faible ature un second crime". "A vingança fraca em demasia atrai um segundo crime. " Neste caso não haveria revide. Seus ofensores pagariam com a vida o ultraje. Pensou na perfeita justiça da vindicta: "Enxovalharam-me juntos, morrerão juntos. Na mesma hora"." pág 4 

Quando dois dos Imortais morrem em um espaço de tempo consideravelmente curto, aparentemente de causas naturais, todos acreditam se tratar de pura coincidência. O detetive Machado Machado, entretanto, não é homem que acredita em coincidências, e resolve investigar. Notem que não foi erro de escrita, nome: Machado, sobrenome: Machado; a causa da repetição é que o pai do detetive era grande fã de Machado de Assis. Machado Machado é portanto grande conhecedor da obra machadiana, e impressiona a todos que o julgam por sua aparência desleixada, o terno desalinhado e o chapéu palheta que sempre usa, além das "olheiras de poeta", que lhe conferiram o apelido de Coruja.
 O detetive convence o chefe de polícia, Floresta, um homem interesseiro, de pouca inteligencia e nenhuma ação, a desenterrar os corpos dos dois Imortais assassinados para executar uma autópsia. Contando com Gilberto de Penna-Monteiro, um legista vivaz e apaixonado por automóveis, Machado Machado descobre que de fato as mortes não ocorreram naturalmente. Penna-Monteiro nunca vira coisa parecida. Ele está certo de que a causa das mortes foi envenenamento, porém, não pode imaginar que tipo de veneno foi empregado.

"Machado Machado horrorizou-se: - Belo consolo. O sujeito se olha no espelho, vê que está com a língua preta, não sabe como pegou, mas fica tranqüilo porque é benigna. - Um dia tudo isso vai ser descoberto. Não esqueça, Machadinho, que a medicina é uma ciência de verdades transitórias - pontificou Penna-Monteiro, um dos poucos a chamá-lo pelo diminutivo. - Está bem. Enquanto essas verdades não transitam, me esclarece sobre esses sinais. - Pra mim só tem uma explicação: veneno. - Eu sabia que essas mortes não eram naturais! - exclamou o Coruja. - Que veneno? - Isso eu não sei. Certamente não é nenhum dos clássicos. Minha intuição me diz que é algum tóxico desconhecido, porque nos meus anos de legista nunca vi nada semelhante. " pág 20

O Coruja e Penna-Monteiro passam a investigar os assassinatos, que acabam ocorrendo novamente. Seguem as pistas deixadas pelo assassino, um bilhete com  o nome Brás Duarte, a figura de um pássaro e a frase "Houve outra logo depois". Enquanto vai em busca de respostas, investigando os Imortais ainda vivos, Machado conhece Galateia, filha de um poeta também acadêmico. Eles passam a investigar juntos o misterioso caso, sem nem mesmo imaginar que todos os seus passos eram observados das sombras.
Fatos históricos, alquimia medieval levada através dos séculos, e famosas obras literárias são assuntos fortemente explorados no livro, que prende a atenção e instiga os sentidos do leitor. Assassinatos na Academia Brasileira de Letras é um livro curto, porém cheios de informações. Logo nas primeiras páginas é possível que o leitor considere a leitura maçante, entretanto os mais pacientes encontrarão um mundo de enigmas e mistério que prende a atenção até a última página. 
Confesso que não gostei muito do final, considerei bastante previsível, mas o conjunto da obra é completamente digno de atenção. Este foi o primeiro livro que li do Jô Soares, e devo dizer que me surpreendi, já que, de certa forma, tenho certo preconceito com a literatura moderna nacional. Este livro serviu para quebrar completamente a imagem que eu tinha dos autores nacionais. Os verdadeiros talentos não devem ser negados, devem ser conhecidos e apreciados. Leitura indicada!
 Minha Avaliação:  ♦♦♦♦ (Bom)

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Testemunha Mortal - Nora Roberts escrevendo como J.D.Robb

Título: Tetemunha  Mortal
Títumo original: Witness in death
Tradução: Renato Motta
Editora: Bertrand Brasil
ISBN: 978-85-286-1333-9
Páginas: 406
"A peça é tudo"
- William Shakespeare

"Esta moderadora razoável e igualmente justa, a morte".
- Sir Thomas Browne

Quando uma celebridade é morta diante dos seus olhos, a detetive Eve Dallas assume uma inédita posição diante de um crime: investigadora e também testemunha ocular de um caso de assassinato.
O palco de uma noite de estréia no teatro New Globe, em Nova York, se transforma em cena de um crime no momento em que o protagonista é esfaqueado no coração em plena ação. Agora Eve tem nas mãos o homicídio de uma celebridade internacional. E quando a mídia descobre que Roarke, seu marido, é também o dono do teatro, os refletores sobre o caso se tronam mais intensos e ofuscantes do que o aceitável para ambos. O único caminho é desvendar o crime o mais rápido possível.
Eve precisa duvidar de tudo e de todos, ao mesmo tempo em que tenta estabelecer a diferença entre o que é a verdade e o que se trata apenas de uma magistral interpretação.

Depois de nove maravilhosos títulos anteriores, chagamos ao décimo livro da série Mortal da Nora Roberts sob o pseudônimo J.D.Robb. Trata-se de uma série policial aclamada em vários países, e que vem conquistanto cada vez mais leitores.
No primeiro volume conhecemos a detive Eve Dallas, uma tenente linha dura que vive a caça de psicopatas e bandidos, a fim de fazer se cumprir a lei e a ordem na cidade de Nova York no ano de 2058. Foi no primeiro volume da série, Nudez Mortal, que Eve conheceu o multimilionário Roarke, por que se apaixonou perdidamente. Na realidade o misterioso Roarke conquistou também o coração de todas as fãs da série.
Agora em Testemunha Mortal, após fazer bons e fiéis amigos como a policial Peabody, McNab, Nadine Furst, entre outros; e correr perigos de grandeza mundial, Eve Dallas se vê testemunha de um assassinato ocorrido no palco do novo teatro de Roarke.

"Leonard Vole atravessou o tribunal montado sobre o palco comemorando sua absolvição e trazendo pendurada no braço uma morena sinuosa em um vestido apertado. Outra mulher, pensou Eve. Que grande surpresa, debochou para si mesma. Sentiu pena e frustração por Christine, que se lançou nos braços de Leonard, tentando abraçá-lo.Acompanhou a arrogância dele, o ar atônito e chocado de Christine e a raiva de Sir Wilfred, seu advogado de defesa. Tudo era exatamente conforme Eve esperava, embora ela reconhecesse que os atores estavam ótimos. De repente, ela se levantou da cadeira de um salto.- Filho-da-mãe!-Sente-se, garota. - Deliciado com a reação da esposa, Roarke puxou Eve de volta para a poltrona enquanto, no palco, Christine Vole apanhava a faca que pegara na mesa de provas e a enfiava no coração traidor de seu marido.-Filho-da-mãe! - Repetiu Eve. - Por essa eu não esperava. Ela executou o safado!Sim, Roarke tornou a pensar. Agatha Christie teria adorado conhecer a sua Eve. Sir Wilfred ecoou as palavras de Eve enquanto as pessoas corriam sobre o palco para se debruçar sobre o corpo e levar Christine Vole para fora dali.- Tem algo errado. - Mais uma vez, Eve se levantou da poltrona, mas agora o seu sangue corria mais depressa nas veias. Dessa vez ela agarrou o corrimão do camarote firmemente, com as duas mãos, e seus olhos se fixaram no palco. - Tem algo errado. Como é que se chega lá embaixo?- Eve, é apenas uma apresentação teatral.- Alguém ali não está fingindo." - pg 16-17

Tendo de inquerir milhares de testemunhas que estavam na platéia, e interrogar atores sagazes e talentosos na arte do faz de conta, Eve conta com a ajuda de sua auxiliar Peabody, da doutora Mira, McNab, e Feeney da detecção eletrônica, e contra a sua vontade, de seu marido Roarke. Ele usa sua influência e as mais modernas tecnologias para ajudar sua querida Eve a descobrir quem é o verdadeiro assassino.
Além de seu trabalho a tenente ainda tem de conviver com os mais diversos aspectos de sua vida pessoal, como sua preocupação, mesmo que não assumida, com o relacionamento de Peabody e McNab. Em contrapartida, Roarke dá diversas dicas a McNab, que acaba pedindo conselhos amorosos a ele. Peabody, entretanto, não quer que seu relacionamento com Ian McNab se torne mais profundo, fugindo de todo e qualquer compromisso.

"- Não estou sentindo meus pés.Solidário, ele se forçou a ficar apoiado no cotovelo, mas, como haviam terminado aquela rodada atravessados meio de lado na cama, não conseguia ver nada além dos joelhos dela. Por sinal, Peabody tinha joelhos lindos.- Acho que não arranquei seus pés fora com as dentadas, porque eu me lembraria disso- afirmou ele. Mesmo assim, dando um grunhido cansado, deslizou um pouco mais para baixo, só para ter certeza. - Ah, aqui estão eles. Todos os dois.- Ótimo, por que vou precisar deles daqui a pouco.Conforme o choque foi cedendo, ela piscou rápido, olhou para o lindo perfil de McNab e se perguntou, não pela primeira vez, em que momento havia perdido a razão.Estou nua na cama, ao lado de McNab. Nua. Na cama. De McNab.Nossa!" - pg 98

Eve também possui seus próprios problemas, e neste volume suas preocupações pessoais estão voltadas para seu marido. Apesar de vestir uma fantasia de rigidez e autocontrole, aos poucos os instintos femininos de Eve vão se manifestando. Uma das partes mais romanticas do livro é a noite em que a tenete volta do trabalho e planeja um jantar romantico para Roarke. Ela decide impressioná-lo com tudo que tem diretio, velas, flores, um delicioso jantar, e uma noite inesquecível perfeita. No fundo ela precisava provar para si mesma que poderia oferecer a Roarke algo novo e especial.

"Ela na verdade nunca fizera nada por ele, pensou. Passava um sufoco para encontrar as palavras certas, o gesto adequado, o momento apropriado. Roarke parecia pescar tudo isso do ar com a mesma facilidade espantosa com que pescava a sua fortuna.Resolveu que iria fazer um esforço para mudar isso. Empurraria o caso para o fundo da mente, ou pelo menos para um compartimento secundário, e planejaria alguma coisa quem sabe... romântica.Considerando que em seu atual estado de espírito ela queria evitar Summerset a qualquer custo, Eve estacionou o carro na garagem. Então, como um ladrão, entrou sorrateiramente na casa por uma das portas laterais.Resolvera planejar o primeiro jantar íntimo da vida deles.Não devia ser tão difícil assim, argumentou consigo mesma, ao entrar debaixo do chuveiro. Ela já liderara equipes táticas em negociações de reféns, perseguira psicopatas e enganara malucos.Era esperta o bastante para preparar uma boa refeição e decorar uma mesa com sofisticação. Provavelmente." - pg 255

No desenrolar dos acontecimentos o leitor se surpreende com a sagacidade de Eve ao desvendar o mistério acerca do crime de forma magistral. A tenente Dallas prepara seu próprio espetáculo para capturar de uma vez por todas o assassino.
Testemunha Mortal é tão bom quanto os outros livros da série, a única coisa de diferente é que desta vez não há muito sangue rolando nem grandes perigos para Eve. O assassinato acontece na frente de milhares de pessoas, inclusiva da própria Dallas, mas dessa vez não se trata de um serial killer. Talvez, pelo fato de não ter tanta ação, alguns leitores considerem o livro um tanto morno. Porém não se trata disso, a história gira em torno da alta sociedade, é tudo muito "limpinho" dessa vez. Quem estava acostumado com as grandes aventuras de Eve por bairros pobres, e assassinos sanguinários, terá de se contentar com mansões luxuosas de atores ricos e influentes. Até mesmo as drogas citadas nos outros livros dão lugar a outras mais caras, ao gosto dos milionários, como "Coelho Louco", uma droga para mulheres, que no livro, serve para atiçar o apetite sexual feminino.
Como sempre Nora Roberts esbanja criatividade e talento, provando que realmente é a melhor escritora de literatura moderna dos últimos tempos.
 Leitura recomendada!
Minha Avaliação: ♦♦♦♦♦ (Ótimo)

Faça o download de Testemunha Mortal AQUI!


Não esqueça de seguir a ordem dos títulos (Clique para ver as postagens anteriores da Série Mortal, e fazer o download dos livros disponíveis em cada postagem):

Nudez Mortal 
Glória Mortal
Eternidade Mortal
Êxtase Mortal
Cerimônia Mortal
Vingança Mortal
Natal Mortal
Conspiração Mortal
Lealdade Mortal

domingo, 9 de outubro de 2011

Música da semana: The Summer of your youth - A-ha


A música que escolhi para esta semana, e que acabei postando atrasado, é de uma das minhas bandas favoritas. A-ha é uma banda norueguesa formada pelo vocalista Morten Harket, o guitarrista Paul Waaktaar-Savoy e o tecladista Magne Furuholmen. O grupo se formou em 1982, e saiu da Noruega para a Londres, a fim de buscar o sucesso.
O nome da banda vem da expressão de surpresa utilizada em todo o mundo, "A-ha!!!". Foi escolhido por Magne, e aprovado pelos outros integrantes, por ser um nome simples e de fácil memorização.
O A-ha tem músicas no estilo Pop Rock, Synthpop, e New Wave. A primeira fase da banda foi de 1986 até 1994, período em que eles fizeram muito sucesso com músicas como Cry Wolf, Manhattan Skyline e Stay on these roads. Em 1994 a banda se separou, permanecendo assim por quatro anos. Em 1998 o A-ha retornou e continuou a fazer sucesso e a gravar novos CDs. O final definitivo da banda foi no ano passado, em 2010, marcado por uma grande turnê de despedida.


Letra:

There's nothing you can say
To make me change my mind
It happens all the time
Just let the plot unwind

As we look back and see
Our yesterdays entwine
The beauty and the truth
The summers of our youth

And you can go there anytime
The movies on your mind
And you can see it clearly
Where we overstepped the line

What are you gonna do when lights go out
What are you gonna think it's all about
What are you gonna do when time is up
What are you gonna do to make it change the way you feel?

Our life's a precious gift
You've felt it once or twice
How everything comes once
But once a million times

But you can find it anywhere
You know I speak the truth
I wish there was a way back to
The summers of our youth

What are you gonna do when time is up
What are you gonna do to make it stop
What are you gonna do when lights go out
What are you gonna think it's all..... think it's all about


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