quinta-feira, 28 de julho de 2011

Pocahontas

Um clássico da animação Disney

Reluzindo com canções irresistíveis, diversões e aventura, Pocahontas convida você para entrar em um mundo recheado de musicalidade e animações maravilhosas.

A lenda começa quando Pocahontas, a princesa de espírito livre, encontra um misterioso navio com trabalhadores ingleses - e rapidamente se torna amiga do corajoso capitão John Smith. Quando o clima fica pesado entre seus povos, Pocahontas entende que precisa seguir o conselho de sua avó Willow, a sábia árvore falante, para tentar encontrar uma maneira de fazer com que todos vivam em paz juntos.

Pocahontas é um clássico para se emocionar, com cinco canções maravilhosas, incluindo Collors of the wind vencedora do Oscar em 1995 de Melor Canção!


Esse desenho marcou a minha infância. No tempo do VHS assisti tanto que no final a fita gastou e eu não pude assistir mais por um longo tempo. Agora, depois de tanto tempo comprei o DVD e para comemorar minha aquisição resolvi postar no blog.
Sempre adorei os desenhos da Disney, na minha opinião ele são imbatíveis, completos, emocionantes. Pocahontas é um dos meus favoritos (fica atrás apenas de A Bela e a Fera), e o que mais me chama a atenção nele é o fato de ser a única animação que eu conheço que não tem final feliz. Além disso é muito romântico, mais do que os outros, e aborda um tema ecológico.
Não é de hoje que os homens maltratam a natureza e desprezam os semelhantes, e nesse filme é possível ver isso de uma forma bem clara. Há quem diga que desenho animado é coisa de criança, mas a mensagem que se encontra em alguns desenhos, e nesse em especial, é bem séria. Quisera eu que todas as pessoas pudessem aprender as lições simples que a Pocahontas ensinou ao John Smith.

Existe também a porção histórica. A lenda da Pocahontas é bem famosa nos Estados Unidos. De acordo com ela a índia Pocahontas, do litoral da Virgínia, teria tido um romance com o capitão inglês John Smith. Posteriormente ela teria se casado com o produtor de tabaco John Rolfe, e foi nesse período de sua vida que ficou famosa. Diz a história que quando ela chegou a Inglaterra em 1616 foi recebida pelo próprio rei. Pocahontas voltou a se encontrar com John Smith na Inglaterra, mas permaneceu unida a John Rolfe. Eles resolveram voltar para Virgínia em 1617 porém no meio do caminho Pocahontas contraiu uma doença, possivelmente varíola, pneumonia ou tuberculose, e o navio voltou para a Inglaterra onde ela morreu ainda naquele ano.

Não é atoa que a Disney tenha feito um filme baseado na história dessa mulher, sem dúvida ela deve ter lutado contra a violência da colonização. Ficou tão famosa que além de ter virado desenho também virou filme de nome O Novo Mundo. Confesso que não gostei do filme, mas isso deixa pra uma próxima postagem.
Pocahontas é um desenho que sempre me trará boas lembranças da infância e que sempre vai me emocionar. É repleto de boas músicas que envolvem e até que fazem pensar, como é o caso da Cores do Vento (Colors of the wind) que ganhou o Oscar de melhor canção original em 1995.
Espero que meus leitores tenham gostado do post, tenho certeza que muitos sentiram um bocado de nostalgia, assim como eu!















Cena extra que foi acrescentada apenas na 10º edição de Pocahontas em DVD. 
Não sei se essa edição foi lançada no Brasil.

Cores do Vento (premiada com um Oscar)



Cena final (quando vejo quase choro):



Clipe- If I Never Knew You- John Secada e Shanice:






quarta-feira, 27 de julho de 2011

A Rede Social

Você não consegue 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos...

"Em uma noite de outono, em 2003, graduado em Harvard e gênio em programação de computadores Mark Zuckerberg se senta em seu computador e acaloradamente começa a trabalhar em uma nova ideia. No furor dos blogs e programação, o que começa em seu quarto logo se torna uma rede social global e uma revolução na comunicação. em apenas seis anos e 500 milhões de amigos mais tarde, Mark Zuckerberg é o mais jovem bilionário da história...
Mas para este empresário, o sucesso traz complicações pessoais e legais. Do diretor David Fincher e do roteirista Aaaron Sorkin, A Rede Social é um filme que prova que não é possível chegar a 500milhões de amigos sem fazer alguns inimigos. O filme é produzido por Scott Rudin, Dona Brunetti, Michael De Luca e Céan Chaffin; e baseado no livro 'The Accidental Billionaires' escrito por Ben Mezrick."


Titulo Original: The Social Network
Elenco: Jesse Eisenberg, Justin Timberlake, Andrew Garfield, Armie Hammer, Max Minghella, Dakota Johnson, Brenda Song, Josh Pence.
Direção: David Fincher
Gênero: Drama
Duração: 124 min.
Distribuidora: Sony Pictures
Estreia: 03 de Dezembro de 2010



















Demorei para resolver assistir esse filme. Foi tão comentado no Oscar, tendo sido indicado ( Melhor Filme, Melhor Diretor - David Fincher, Melhor Ator - Jesse Eisenberg, Melhor Fotografia, Melhor Mixagem de Som) e ganhado algumas estatuetas (Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora, Melhor Edição), mas mesmo assim eu demorei a me interessar. Mas ontem a noite, ou melhor, hoje de madrugada eu resolvi gastar um tempo assistindo.
Não dá pra dizer que o filme é ruim, porque tecnicamente não é, mas sendo bem sincera esperava bem mais dele. Achei o filme um tanto vazio, quase vulgar. É a história do criador do Facebook e das encrencas que ele arranjou por criar esse site que hoje é um estouro de aceitação.
É até complicado dizer o que achei, porque de certa forma não há muito o que dizer. Muitos consideraram um filmaço e outros igualmente consideraram um filme regular. Me coloco ao lado desses últimos. A verdade é que parece que faltou alguma coisa, além de ser parado e por isso mesmo bastante cansativo, é como se o filme não se justificasse.
Peço desculpas aos meus leitores por que acho que estou me alongando, enrolando mesmo, pra dizer uma coisa muito obvia: Não gostei do filme. Não gostei da história, não gostei muito dos atores, não gostei da forma como o filme transcorre fora do tempo cronológico, em fim, não recomendo.





Faça Download do filme AQUI:




segunda-feira, 25 de julho de 2011

De volta para Casa - Mary Sheldon

"Forte e assombroso, com personagens que tocam o coração. Um romance para não ser esquecido."
Sidney Sheldon

"Mary escreveu um livro que deixará seu pai, Sidney Sheldon, orgulhoso. Um romance que prende a atenção do leitor desde o começo."
Kirk Douglas

"Nesta história o leitor é condizido a uma jornada reflexiva que passa por grandes expectativas, mal-entendidos e desapontamentos."
Library Journal



Alexis é uma das mais conceituadas decoradoras de interiores de Nova York. Mas apesar de ter um bom casamento, um ótimo emprego e uma vida com a qual a maioria das pessoas não pode sequer sonhar, é infeliz. Leva uma existência vazia e sente falta da mãe, Maggie Royal, que a abandonou quando criança.
Maggie teve uma infância pobre no Texas, mas superou todas as dificuldades e se transformou em estrela de cinema. Agora, muitos anos depois, concorda em dar uma entrevista para falar de seu passado. O que a leva a recordar a filha que abandonou aos oito anos em troca da carreira artística.
Para Alexis, a mãe é mais que um rosto bonito nas capas de revistas. Maggie representa uma perda que jamais conseguiu superar. Uma dor que quase acaba com sua sanidade, recuperada apenas por meio de um trabalho assistencial com adolescentes problemáticos. Após anos separadas, aos poucos o reencontro de mãe e filha torna-se inevitável. Mesmo que isso provoque novas feridas bastante dolorosas.
De volta para casa é um romance emocionante sobre arrependimento e reconciliação. Uma história de duas vidas entrelaçadas para sempre pelo destino.


Seria impossível pegar este livro para ler sem esperar algo especial dele, afinal, a escritora é ninguém menos que a filha de Sidney Sheldon, um de meus escritores favoritos. Assim, eu já imaginava um livro cheio de romance, com personagens fortes e arrebatadoras e um estilo característico do próprio Sidney Sheldon.
Pra minha surpresa, eu estava enganada. Mary Sheldon possui alguma semelhança com o pai, a maneira como monta a seqüência de capítulos, que acaba surtindo o efeito de uma progressão. É como se as personagens saíssem de lugares diferentes e caminhassem para um mesmo ponto de encontro. Lembrou bastante O outro lado da meia-noite, em que as personagens principais tinham suas trajetórias descritas em capítulos diferentes que acabaram convergindo. É isso que acontece entre a infância de Alexis, a Alexis adulta e a mãe, Maggie Royal, que conta sua vida em uma entrevista.
Por outro lado Mary demonstra ser o inverso do pai já que suas heroínas são mulheres, de certa forma, fracas e perdidas em conflitos interiores. Alexis é volúvel, parece não ter vontade própria, sempre se deixando levar pela avó. Ela passa a vida inteira parada, apenas pensando em seu passado, ou melhor, fugindo dele. A outra personagem principal também não é uma mulher de muita ação. Maggie Royal corre atrás de seus sonhos profissionais, mas na realidade os acontecimentos ficam mais a cargo do destino.
Mas a principal, e essencial, diferença entre pai e filha é sem dúvida a maneira que ambos lidam com o romance. Para Sidney Sheldon o sexo é o foco de interesse e motivação das pessoas. Em seus livros é muito fácil perceber isso, já que o assunto sempre tem uma posição de destaque.
Mary provou não partilhar da visão do pai, uma vez que romances e paixões são deixados absolutamente de lado, ao menos nesse livro. O tema principal abordado é o abandono, os traumas e o amor entre pais e filhos. Mary demonstrou o quanto a ausência desse amor pode afetar todos os outros aspectos de uma vida. Com isso provou ser detentora de estilo próprio e uma sensibilidade admirável.




quinta-feira, 21 de julho de 2011

Música da semana: The Game of Love - Michelle Branch & Santana


Olá pessoal! A música dessa semana eu escolhi dentro do carro, enquanto ouvia a Antena 1. Já tinha ouvido essa música várias vezes, mas não fazia ideia de quem cantava. Meu grande amigo, Rodrigo Takahira, que é musico, só de ouvir disse que era Santana; e sugeriu o nome da música, pelo refrão. Quando cheguei em casa a primeira coisa que eu fiz foi fazer uma pesquisa, que não durou mais de um minuto, o Rodrigo estava certo.
Michelle Branch é uma cantora, compositora e guitarrista norte-americana. Michelle começou a carreira em 2000, já cantou com a Avril Lavigne, e chamou atenção com as parcerias que fez com Carlos Santana. The game of love ficou famosa por causa de uma dessas parcerias e também porque faz parte da trilha sonora de SmallVille


Letra:

Tell me just what you want me to be
One kiss and boom you're the only one for me
So please tell me why don't you come around no more
Cause right now I'm crying outside the door of your candy store
It just takes a little bit of this
A little bit of that
It started with a kiss
Now we're up to bat
A little bit of laughs
A little bit of pain
I'm telling you, my babe
It's all in the game of love
This, whatever you make it to be
Sunshine set on this cold lonely sea
So please baby try and use me for what I'm good for
It ain't sayin' goodbye that's knocking down the door of your candy store
It's all in this game of love
You roll me
Control me
Console me
Please hold me
You guide me
Divide me
Into what...
Make me feel good, yeah
So please tell me why don't you come around no more
Cause right now I'm dying outside the door of your loving store
It's all in this game of love
It's all in the game of love
Yeah, in the game of love
Roll me
Control me
Please hold me
(make me feel good, yeah)

Faça o download da música AQUI!



terça-feira, 19 de julho de 2011

A Bicicleta Azul 2 - Vontade de Viver - Régine Deforges

Tempo de novos amores, novos perigos.
Na França ocupada, a coragem de resistir.


1942-1944. No vendaval da Segunda Guerra Mundial, a jovem e bela Léa Delmas se defronta com as exigências do amor e a fragilidade dos sentimentos.
A sobrevivência, na França ocupada pelos nazistas, impõe agora opções dramáticas, e ela adere ao movimento da Resistência, com todos os seus riscos, vindo assim a testemunhar os horrores da guerra.
Só a vontade de viver, a juventude e a sensualidade de Léa Delmas lhe permitirão suportar tudo...





A Bicicleta Azul é uma das séries de guerra empolgantes que já li. O primeiro volume, cuja resenha já foi postada aqui no blog, da início a toda a trama, apresenta personagens forte em conflito com a guerra recém iniciada. Este segundo volume continua a história de maneia envolvente e emocionante.
Desta vez a guerra se apresenta em seu período mais crítico, muito mais presente e feroz na vida das personagens. A gestapo entra em ação, impiedosa, a dominação parece não ter fim. Para piorar as coisas, em Montillac Léa tem problemas com seu empregado Fayard e seu amigo de infância Mathias que querem tomar-lhe a propriedade.
Léa parece não ter mais tempo de sonhar com Laurent, por que se declarava apaixonada, tornando-se a cada instante mais realista e forte. A esse amadurecimento se deve o seu envolvimento cada vez mais estreito com a Resistência. Ela participa de ações perigosas que lhe põe a vida em risco por várias vezes.
Com a ajuda de François Tavernier, Léa esconde sua amiga Sarah Mulstein que foi cruelmente torturada pelos alemães, correndo perigo de ser ela mesma denunciada por seu amigo Raphael Mahl.
O romance entre Léa e Tavernier se torna mais profundo neste livro, cada vez mais repleto de sentimentos, que embora ela teime em não assumir existem. François por sua vez não esconde de ninguém o que sente por ela, e faz de tudo para tê-la por perto, porém sem jamais se humilhar.
Sempre tive muito gosto em ler livros de guerra, este não decepciona. É uma saga muito bem narrada, profundamente emocionante, porém, ao mesmo tempo, profundamente realista.
Considerei diversos trechos muito intrigantes, repletos de sensibilidade e até crueldade. Tão realistas que emocionam. Eu não poderia deixar de compartilhar um desses trechos, apenas alerto os leitores para os Spoillers.
A seguir uma parte de um dos capítulos finais do livro, a tortura de Raphael Mahl:

De todos os lados os golpes choviam.
Logo não havia mais um rosto. Por várias vezes Adrien Delmas tentara intervir. Mas o ódio ensurdecia a multidão. Alguém  o socou... Quando voltou a si, sentia-se na barraca um cheiro de
carne queimada. Sobre grandes risadas e gritos um longo,urro subia... O dominicano levantou-se... Sentado no fogão, mantido por dezenas de mãos, Raphael Mahl grelhava...
Enquanto com propostas obscenas alguns comentavam seu suplício.
- Olhem como ele se torce... Ele gosta disto!
- Está brincando de prostituta... Escutem como ele grita!
- Talvez fosse melhor se lhe tivéssemos enfiado um ferro em brasa
no cu.
-Já imaginou um fim melhor para uma tia!... O sonho!
- Sim... Mas como isto cheira mal, é carne de maricas!
- Não é a carne dele que exala, é a merda... Ele cagou por todos
os lados.
- Não se preocupe... Agora acabou de cagar e de fazer cagarem.
O horror duplicou as forças do padre Delmas. Empurrou os torturadores e arrancou Raphael do fogão. Um pedaço de carne ficou colada à chapa escaldante. Rolaram por entre os pés da multidão que se afastou. Houve um momento de silêncio. Nos braços de Adrien, Raphael abriu um olho e aquilo que fora uma boca esboçou um sorriso que era uma careta.
Naquela face macerada era horroroso. Tentou falar. Um jato de sangue escorreu pelo queixo.
- Não diga nada.
- É estúpido demais... Tinha uma idéia... para um romance... -
conseguiu articular.
Havia admiração no espanto com que Adrien Delmas olhou aquele que sonhara ser um grande escritor e que, às portas de uma morte atroz, ainda tinha forças para gracejar.
- Diga a Léa... que eu... gostava muito dela...
- Eu lhe direi.
- Saia daí para acabarmos com essa carcaça.
-"Por favor! Deixem-no! Não lhe fizeram mal o suficiente?
- Não - disse Rodriguez, arrancando-o dos braços que tentavam
protegê-lo.
- Não - continuou Fernando -, é preciso que isto sirva de exemplo a
todos alcagüetes, a todos os colaboradores que estão
neste campo e fora dele. Vamos, rapazes... acabemos com isto...
Todos aqueles homens que se lançaram sobre ele... Aquele fervilhar
de mãos em seu corpo... Aquelas caras que se debruçavam sobre ele e que só via através de uma névoa de sangue... Era como um vapor... Aquilo lembrava-lhe os banhos de vapor em Amei, alto local de pornografia clandestina, onde se procura, se apalpa, se abraça com a cumplicidade de
todos. Terrível local, onde os braços, as mãos, tem uma viscosidade de polvo... Uma descida aos infernos entre homens em cacho, sacudidos por um único espasmo, com um único profundo suspiro, que parece, entre aqueles peitos apertados e frementes, subir das próprias entranhas da terra... Ali, as mãos desconhecidas, triturantes, sábias e detestáveis, procuram
fazê-lo sofrer... e matá-lo... Logo as imagens desapareceram da sua memória... Só as cores violentas como descargas elétricas subsistem... O lindo verde.., o azul... o vermelho.., o preto... Estrelas prateadas palpitam no negro... negro... negro.
Ali, no fundo do acampamento, uma certa mão se levantou e traça o sinal da cruz.
Logo os homens se cansaram de bater naquela massa mole e disforme que ainda os salpica de sangue. O cadáver os enoja.
- E se puséssemos o que resta deste porco no caixote do lixo?
- Boa idéia.
Nessa noite, o cadáver de Raphael Mahl foi jogado no depósito do lixo e coberto de imundícies. De manhãzinha, os detidos encarregados do oficio recolheram o corpo e o colocaram num caixão tosco.
Nem os guardas nem os policiais haviam reagido.” 285-287



Veja a resenha do primeiro volume da série AQUI!




sexta-feira, 15 de julho de 2011

Lançamento: Diselpunk - Arquivos confidenciais de uma bela época

Dieselpunk é o sucessor cronológico do steampunk, gênero literário que chegou à moda e às artes plásticas, conquistou o mundo e foi o nosso tema em Vaporpunk – relatos steampunk publicados sob as ordens de Suas Majestades. Agora, com uma estética inspirada no começo do século XX, a Belle Époque surge sem a interferência da Grande Depressão e a Guerra Fria atinge níveis inimagináveis. Nove autores remexeram os mais secretos arquivos para a primeira antologia do tema em língua portuguesa, Dieselpunk – arquivos confidenciais de uma bela época.
O combustível dessa vez é o diesel, capaz de levar aos céus máquinas mais pesadas que o ar e movimentar indústrias criadas sob a euforia progressista da vida nas metrópoles. Impérios lutam contra governos populares, e a individualidade e o mérito próprio perdem cada vez mais espaço para a coletividade e o bem comum, mesmo quando os reais objetivos das nações não podem ser compreendidos.
Um retrato cinzento de um passado em que os motores do mundo são mais valorizados do que as pessoas que o habitam, e o Estado se nega a enxergar o cidadão como peça fundamental de sua existência. Mas há muito mais em Dieselpunk do que controle e poder. Há indivíduos que decidiram fazer a diferença contra esta nova ordem e há indivíduos que ajudaram a criá-la. Suas histórias são aqui relatadas pelos senhores: Carlos Orsi, Tibor Moricz, Octavio Aragão, Hugo Vera, Antonio Luiz M. C. Costa, Cirilo S. Lemos, Sid Castro e Jorge Candeias, organizadas pelo também autor Gerson Lodi‑Ribeiro.
Conheça o mundo movido a diesel que o levará a refletir sobre o nosso presente e as escolhas de homens e estados que fizeram nossa história. Esse é o mundo de Dieselpunk.
Organizado por Gerson Lodi-Ribeiro
Páginas: 384
ISBN: 978-85-62942-23-5Preço: R$ 57,90

Lançamento no Fantasticon em 11 de agosto/2011

Este livro é mais uma publicação da 

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Neon Azul - Eric Novello

Um homem que não dorme nunca. Um advogado com um cramulhão na garrafa. Um assassino que atravessa espelhos. Um escritor que não consegue prender sua personagem no papel. Esses são alguns dos frequentadores de Neon Azul, um bar diferente para cada cliente. Escolha o seu lugar, faça o seu pedido. Depois do primeiro drinque, você jamais será o mesmo.

Neon Azul é uma boate onde habitam os seus mais sombrios desejos e tentações. É um lugar diferente, repleto de acontecimentos estranhos, mas que poderia estar na esquina da sua casa ou no caminho entre o trabalho e o metrô. Acompanhe a história do inferninho e de seus clientes peculiares, e descubra que realizar seus desejos pode ter efeitos colaterais imprevisíveis.
Homens de negócio, prostitutas, artistas e boêmios imersos em uma solidão que só quem passeia pela noite já experimentou; um sentimento comum aos que vivem cercados de gente, com um sorriso no rosto e um copo na mão.  
Nesse jogo de luzes e sombras que revela a fantasia e encobre a realidade, está nas mãos do leitor a decisão de acreditar ou não no que lê e decidir quem conta as verdades e as mentiras ao longo da história. 
 Assim como o insone gerente do bar, o leitor terá muito o que lembrar quando deitar na cama e fechar os olhos por própria conta e risco.

Sobre o autor:
Eric Novello
adora escrever sobre os bares, boates e inferninhos que permanecem vivos em sua memória. Em sua fase solar, cuida de um gato imaginário e da coleção de vinis de blues que ainda não começou. É roteirista, aficionado por cinema, principalmente o noir. Adoraria ter o que fazer nas horas vagas, mas antes precisa descobrir como consegui-las. 

Autor: Eric Novello

ISBN: 978-85-62942-08-2
Gênero: Literatura Fantástica – Fantasia Urbana
Formato: 14cm x 21cm
Páginas: 168 em preto e branco, papel pólen bold 90g
Capa: Cartão 250g, laminação fosca, com orelhas de 6cm
Preço de capa: R$ 31,90


Este livro é mais uma publicação da


O Desejo de Lilith - Ademir Pascale


Um descuido dos tradutores da Bíblia revelou o pior dentre todos os demônios. Um velho e decadente detetive de polícia investiga um macabro suicídio, mas o que ele não sabia era que sua vida estava por um fio e seria envolvido em uma conspiração contra toda a humanidade. Uma palavra-chave, transliteração de uma palavra hebraica repetida em 63 trechos da bíblia, dará início à mais sombria das investigações. Uma organização secreta milenar abriga incríveis segredos e bizarras e inimagináveis personagens. Afinal, o que teria em comum Platão, Vlad Tepes, Erzsébet Báthory, John Milton, Thomas Chatterton, Mary Shelley, Percy B. Shelley, Robert L. Stevenson, Aleister Crowley e Jim Morrison? Descubra em O desejo de Lilith, um romance sobrenatural vivenciado nas principais avenidas e ruas de São Paulo, repleto de segredos, revelações, aventuras e muito rock n’ roll. Mas atenção, seja forte e esteja preparado ao ler estas páginas, pois você não confiará mais em seu vizinho ou qualquer outro transeunte que cruzar o seu caminho. Você nunca mais enxergará o mundo como antes…
Afinal, qual seria o desejo de Lilith?

Sobre o autor:
Ademir Pascale
paulista, linguísta, crítico de cinema, ativista cultural e autor de FC e horror. É autor do audiolivro Cinema: Despertando Seu Olhar Crítico (2008). Organizou as antologias Invasão (2009), Draculea: O Livro Secreto dos Vampiros (2009), Metamorfose: A Fúria dos Lobisomens (2009) e juntamente do Maurício Montenegro, Poe 200 Anos (prevista para 2010). É co-editor, juntamente da Elenir Alves, do e-zine TerrorZine: Minicontos de Terror. Mantém o Portal Cranik, já tendo publicado mais de 130 entrevistas.

Autor: Ademir Pascale

ISBN: 978-85-62942-04-4
Gênero: Terror/policial
Formato: 14cm x 21cm
Páginas: 136 em preto e branco, em papel pólen bold 90g
Capa: Cartão 250g, laminação fosca, com orelhas de 6cm
Preço de capa: R$ 28,90


Este livro é mais uma publicação da 


Selva Brasil - Roberto de Sousa Causo

Esta é uma história alternativa que imagina como seria o Brasil vinte anos depois da invasão militar brasileira das Guianas, na Fronteira Norte, segundo os planos megalomaníacos do Presidente Jânio Quadros. Simultaneamente, a Argentina invadiu as Ilhas Malvinas, no Atlântico Sul.

Contudo, uma coalizão formada pelos países atingidos pela ação militar brasileira – Inglaterra, França e Holanda – e os Estados Unidos contra‑atacaram e empurraram os soldados brasileiros de volta, ficando com um bom pedaço da Amazônia Brasileira.
Desde então instalou-se um conflito permanente na região, com o Brasil e aliados latino-americanos lutando para retomar o território perdido e manter sob controle uma guerrilha patrocinada por aqueles países do Primeiro Mundo. É um Brasil completamente diferente do nosso, contido política e economicamente por esse conflito perpétuo, e com gerações de jovens brasileiros comprometidas com o conflito.
Amparada por uma pesquisa cuidadosa, Selva Brasil acompanha um grupo de soldados que – ao seguir para um ponto anônimo do Amapá, na fronteira com a Guiana Francesa, onde devem substituir uma outra unidade do Exército Brasileiro – se depara com desertores e com um plano secreto para romper as regras de engajamento que limitam o conflito na região.
Ao mesmo tempo, esses homens são confrontados com um estranho experimento militar que, indo além dos parâmetros do seu projeto, pode ter aberto um portal entre essa realidade paralela e a nossa.


Roberto de Sousa Causo
formado em Letras pela USP, é autor dos livros de contos A Dança das Sombras (1999) e A Sombra dos Homens (2004), dos romances A Corrida do Rinoceronte (2006) e Anjo de Dor (2009) e do estudo Ficção Científica, Fantasia e Horror no Brasil (2003). Seus contos apareceram em revistas e livros de dez países. Foi um dos classificados do Prêmio Jerônimo Monteiro e no III Festival Universitário de Literatura (com Terra Verde 2001); e ganhador do Projeto Nascente 11 de Melhor Texto, com O Par: Uma Novela Amazônica (2008).

Autor: Roberto de Sousa Causo

ISBN: 978-85-62942-07-5
Gênero: Literatura Fantástica
Formato: 14cm x 21cm
Páginas: 112 em preto e branco, em papel pólen bold 90g
Capa: Cartão 250g, laminação fosca, com orelhas de 6cm
Preço de capa: R$ 26,90


Este livro é mais uma publicação da


Vapor Punk - Relatos steampunk publicados sob as ordens de Suas Majestades

Com força mundial, a estética steampunk vem angariando cada vez mais fãs brasileiros e portugueses. Seu apelo visual e o rico conteúdo inspirados no século XIX são o combustível certo para a produção de uma literatura que pode ser intensa, mas também descontraída. Descubra o que oito autores maquinaram nesse intricando conjunto de engrenagens que é a imaginação.

O steampunk nasceu como um gênero literário, mas ganhou vida própria e dominou a moda e as artes plásticas, tornando-se cada vez mais conhecido. Se a cultura da era vitoriana virou inspiração para essa estética, em Vaporpunk - Relatos steampunk publicados sob as ordens de Suas Majestades, os organizadores Gerson Lodi-Ribeiro e Luis Filipe Silva imaginaram essa época tão distinta sob a ótica brasileira e portuguesa, repleta de inovações tecnológicas e acontecimentos inusitados.
Com a presença de renomados autores da ficção especulativa dos dois países, Octavio Aragão, Flávio Medeiros, Eric Novello, Carlos Orsi e o próprio Gerson pelo Brasil; Jorge Candeias, Yves Robert e João Ventura por Portugal; a coletânea traz oito noveletas movidas a vapor, disputas políticas, personagens famosos e armas engenhosas. 
Tudo isso regado a muita aventura e surpresas, porque mais do que repensar o gênero, Vaporpunk é um convite para conhecer um mundo alternativo, e o que Brasil e Portugal poderiam ter sido com tamanhas novidades.

Sobre os autores:
Gerson Lodi-Ribeiro
Autor carioca de FC e história alternativa. Publicou Alienígenas Mitológicos e A Ética da Traição na edição brasileira da Asimov’s. Autor do romance Xochiquetzal - uma princesa asteca entre os incas (2009), e participou das coletâneas Outras Histórias... (1997), O Vampiro de Nova Holanda (1998), Outros Brasis (2006), Imaginários v. 1 (2009) e Taikodom: Crônicas (2009). Como editor, organizou as antologias Phantastica Brasiliana (2000) e Como Era Gostosa a Minha Alienígena! (2002). Trabalha desde 2004 como consultor da Hoplon Infotainment, sendo um dos criadores do universo ficcional do jogo online Taikodom.
Luís Filipe Silva
É autor de O Futuro à Janela (prêmio Caminho de Ficção Científica em 1991), dos romances Cidade da Carne e Vinganças, e, com João Barreiros, de Terrarium. Tem contos publicados no Brasil, Imaginários v. 2 (2009), Espanha e Sérvia, na antologia luso-americana Breaking Windows, e na antologia representativa da FC europeia em 2007, Creatures of Glass and Light. O seu trabalho mais recente é Aquele Que Repousa na Eternidade, uma novela lovecraftiana. site TecnoFantasia.com.

Octavio Aragão
Doutor e mestre em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes - EBA, UFRJ (2007 e 2002).  É professor Adjunto Nível 1 da Escola de Comunicação - ECO/UFRJ. Autor do romance A Mão que Cria (2006) e editor da antologia de contos Intempol (2000). É co-autor do livro Imaginário Brasileiro e Zonas Periféricas (2005), com a professora doutora Rosza Vel Zoladz, e publicou artigos em revistas como Arte e Ensaios e Nossa História.

Jorge Candeias
É português algarvio e tem desenvolvido nos últimos anos intensa atividade nos meios ligados à FC e ao fantástico dos dois lados do Atlântico (embora mais do lado de lá do que de cá, por óbvias razões logísticas). De momento ganha a vida como tradutor, e já tem no currículo um par de traduções de que se orgulha. Também tem no currículo um pequeno livro, Sally, (2002) e contos espalhados por publicações portuguesas, brasileiras, inglesas e argentinas, em papel e em bits.

Flávio Medeiros Jr.
Nasceu e vive em Belo Horizonte. Escreveu durante toda a infância, por isso joga mal futebol. Um dia entendeu que poderia ser médico e escrever como hobby, ou ser escritor e exercer a medicina como hobby. Como a última opção dá cadeia, optou pela primeira. Formou-se em medicina na UFMG e tornou-se oftalmologista. Autor do romance policial de ficção científica Quintessência (2004). Tem contos publicados nas coletâneas Paradigmas 2 (2009), Imaginários v. 1 (2009) e Steampunk (2009).

Eric Novello
É tradutor, escritor e roteirista. Publicou os romances Dante, o Guardião da Morte (2004), Histórias da Noite Carioca (2004) e Neon Azul (2010). Participou de várias coletâneas e co-organizou os primeiros dois volumes da coleção Imaginários e Meu Amor é um vampiro (2010).

Carlos Orsi
Natural de Jundiaí (SP) é jornalista especializado em cobertura de temas científicos e escritor. Já publicou os volumes de contos Medo, Mistério e Morte (1996) e Tempos de Fúria (2005) e os romances Nômade (2010) e Guerra Justa (2010). Seus trabalhos de ficção aparecem em antologias como a Imaginários v. 1 (2009), revistas e fanzines no Brasil e no exterior.

Yves Robert
É licenciado em informática, tem um mestrado em matemática e é professor assistente no IADE – Instituto Superior de Artes Visuais, Design e Marketing. Para além da sua actividade de docente e programador escreve textos publicitários estando especializado na área do marketing directo. Tem vários contos publicados em antologias brasileiras e portuguesas.

João Ventura
Escreve ficção curta que pode ser lida na internetE-nigma, Tecnofantasia, Épica, Storm Magazine, Contos Fantásticos, Axxón, Quimicamente Impuro, Breves no tan Breves Bewildering Stories, AntipodeanSF. Tem textos publicados também em fanzines e participou em várias antologias – A Sombra sobre Lisboa (2006), Universe Pathways (2006), Grageas ( 2007), Contos de algibeira (2007) Brinca comigo! e outras estórias fantásticas com brinquedos (2009), Almanaque do Dr. Thackery T. Lambshead de Doenças Excêntricas e Desacreditadas (2006). blogue fromwords.blogspot.com

Autor: Vários
Organizadores: Gerson Lodi-Ribeiro e Luís Filipe Silva
ISBN: 978-85-62942-12-9
Gênero: Ficção científica - Steampunk
Formato: 14cm x 21cm
Páginas: 312 em preto e branco, papel pólen bold 90g
Capa: Cartão 250g, laminação fosca, com orelhas de 6cm
Preço de capa: R$ 49,90


Este livro é mais uma publicação da


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