segunda-feira, 20 de junho de 2011

Rosa de Papel - Diana Palmer

O amor de Cecily por Tate era como uma rosa de papel, que sem um passe de mágica jamais se tornaria real...



Cecily Peterson não era bonita, mas possuía um encanto especial. Inteligente, esperta, corajosa, fazia com que Tate Winthrop se sentisse feliz. Poderia ter se tornado seu mundo, caso ele permitisse. Mas Tate não podia se envolver com uma mulher branca: teria de se casar com alguém da sua tribo indígena, para que a comunidade não se extinguisse. O amor de Cecily por Tate desconhecia limites. Mas, uma vez que o orgulhoso nativo norte-americano se recusava a considerar um casamento misto, aquela paixão permanecia no vazio. Arrasada pela rejeição, Cecily se viu forçada a deixar o homem de seus sonhos. Agora ela estava de volta, e destinada a ele. Tate estava envolvido em um enorme escândalo político, e era Cecily quem teria de protegê-lo de um segredo devastador, que poderia destruir a vida dele... Mas como proteger o homem a quem amava com todas as forças sem se deixar levar pelo coração?

Este foi o primeiro livro da Diana Palmer que já li, e confesso que esperava bem mais. A história é cheia de encontros e desencontros, a ponto de cansar o leitor. O que realmente vale a pena na leitura é o personagem Tate, o índio Lacota teimoso e obsecado por sua linhagem pura. Ele luta contra seus próprios sentimentos e acaba desprezando Cecily por quase todo o livro. "Eu te amo" parece ser uma frase inexistente no vocabulário de Tate, mas mesmo com tanta teimosia o personagem é bastante interessante, charmoso e completamente envolvente.
Quem gosta muito de livros repletos de romance, provavelmente vai achar esse bem fraco porque existem muitas histórias paralelas, como conflitos com a máfia do jogo, que acaba tomando um pouco o lugar do romance.
A seguir está um trecho do livro, uma das partes que mais gostei:
— Tate... por que deixou os cabelos soltos?
— Então não sabe? Pois pergunte à minha mãe. Ou melhor, pergunte a Colby. Ele soube, no instante em que me viu, por que fiz isso. — Seu olhar ficou sério. — Se ele a tocar, vai ganhar novas cicatrizes. Agora você me pertence.
Dito isso, deu partida no carro, acenou uma última vez e saiu. Cecily o observou ir, o corpo ainda experimentando um doce prazer. Tate teria tempo para pensar, e acabaria se convencendo de que não tirara vantagens dela. Ou talvez, com um pouco de sorte, perceberia que seria incapaz de viver sem ela. Afinal, propusera-lhe que fosse morar em sua casa, em Washington...
Cecily se virou com um suspiro. Não queria viver com Tate, a menos que se casassem. Era uma decisão meio antiquada, mas quem disse que ela também não era antiquada?
Tate jamais a pediria em casamento. Por um motivo simples: não pretendia ter filhos com ela.
Ao subir os degraus para a varanda, Cecily lembrou-se, de repente, o que o cabelo solto significava para um lakota. Nos velhos tempos, assim como as pinturas na pele, os fios soltos representavam força e proteção... nas batalhas!
Ela riu ao se dar conta do significado do que Tate fizera. Sem precisa dizer uma única palavra, mostrara a Colby que fora até ali lutar pelo que considerava seu.
E vencera." 
- pág 87

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2 comentários:

  1. Nunca li esse livro mas é por que a sinopse n me agradou mesmo. Mas gosto um pouco da autora, já li alguns livros bem legais da Diana Palmer =)

    teh mais

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  2. Já comecei a ler esse livro, mas parei.
    Acho que não vou continuar não.
    Bjos

    ResponderExcluir

☺ Obrigada por comentar. ☺
Volte sempre ao Hellen's Stuffs!

Beijos♥
H.C.C.Reis

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