segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Resultado da Promoção O Perfume da Rosa





E o ganhador(a) é:







Parabéns Marília!!!

Marília já lhe mandei um e-mail. Você tem 3 dias para me responder com o seu endereço ou farei um novo sorteio.

sábado, 28 de julho de 2012

[Promoção] O Perfume da Rosa


Olá pessoal! Iniciamos uma nova promoção no blog, o sorteio de um exemplar do livro O perfume da Rosa da escritora brasileira Haydee Victorette, por ela autografado. Veja a resenha do livro AQUI!
Quer ganhar? As regras são simples e com as chances extras fica ainda mais fácil de ganhar!


 
Irformações Importantes:
  • Ter endereço deentrega no Brasil.
  • O resultado sairá dia 01/09/12.
  • Se o ganhador não seguir as regras será feito um novo sorteio.
  • O blog enviará o prêmio ao ganhador em até 30 dias.
  • As regras podem mudar sem prévio aviso.

a Rafflecopter giveaway


Boa sorte aos participantes!
Até a próxima!

quinta-feira, 17 de maio de 2012

O perfume da Rosa - Haydee Victorette

Título: O Perfume da Rosa
Autora: Haydee Victorette
Editora: Novo Século
Coleção Novos Talentos da Literatura Brasileira
Páginas: 246
ISBN: 978-85-7679-532-2
"Os segredos não podem ser guardados tão profundamente que nunca possam ser desenterrados... Às vezes, eles voltam para cobrar o seu preço".

Londre, século XIX.

Duas órfãs, Elizabeth e Samantha, aos cuidados de uma duquesa autoritária.
Arthur, um duque libertino, encarregado de apresentar Elizabeth à sociedade e um assassino cruel à espreita...
Mulheres relacionadas ao Duque de Devonshire são cruelmente apunhaladas até a morte e uma rosa é deixada sobre os corpos.
Em meio ao pânico crescente, em um jogo de perseguição ao assassino, nasce um amor tempestuoso e irresistível...

O Perfume da Rosa é um livro leve repleto de romantismo com um toque de suspense. A escritora brasileira Haydee Victorette presenteia o leitor com a história de Elizabeth Anne Stanford, Condessa de Langford. Ela e a irmã se tornam orfãs e vão para a mansão da Duquesa de Beaufort, uma mulher firme e autoritária.
Quando vê Elizabeth, já na idade do début, ocasião em que as moças eram apresentadas à sociedade, a Duquesa faz seus próprios planos para o futuro da moça. Manda chamar seu sobrinho, o Duque de Devonshire, conhecido por sua reputação de libertino e conquistador, para cuidar da apresentação de Elizabeth. Na realidade sua verdadeira intenção é vê-los juntos e fará de tudo para alcançar seu objetivo.
Desde o primeiro instante em que a vê Arthur fica deslumbrado com sua beleza, mas misteriosos assassinatos estão acontecendo, e parecem ter relação com Arthur. Estando cada vez mais envolvida com o Duque, Elizabeth se torna vítima do misterioso assassino das rosas.
Em meio a aventura, romance e suspense a autora desenvolve um enredo simples e bem arrematado que culmina em um final que surpreende.
O Perfume da rosa é uma leitura agradável e ágil que prende a atenção da primeira a última página. Não é um livro excepcional, lembra um pouco os livros de banca, mas é bem escrito e, além disso, nacional. Recomendo a leitura para entretenimento e como forma de valorizar os novos escritores brasileiros.
Minha Avaliação: ♦♦♦♦♦ (Bom)

Compre AQUI!

Se você gostou e quer ganhar um exemplar de O Perfume da Rosa, aguarde, em breve farei o sorteio de um exemplar do livro. Não deixe de acompanhar as novidades do Hellen's Stuffs.
Até a próxima.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Histórias Extraordinárias - Edgar Allan Poe

Título: Histórias Extraordinárias
Tradução de: Tales of the grotesque and arabesque.
Autor: Edgar Allan Poe
Tradução e adaptação: Clarice Lispector
Editora: Nova Fronteira
Edição: Especial Saraiva de Bolso
Páginas: 134
ISBN: 978.85.209.2720-5
"...E a morte invade
Os meus sentidos, na ilha peregrina,
Tão de leve, que nem sequer pressente
O adormecido que ela está presente".
- Do poema "Al Aaraaf" de E. A. Poe

Histórias extraordinárias é uma coletânea de 18 contos publicados entre 1833 e 1845. São histórias clássicas da literatura de terror policial, como "Os crimes da rua Morgue" - em que violentos assassinatos sm pistas desafiam o gênio do detetive C. Auguste Dupin - e "O barril de Amontilhado" - um dos relatos mais cruéis de Poe, em que a vingança chega ao seu maior grau e é executada com total frieza.

Contos de terror e suspense existem aos montes por aí. Sempre gostei da leitura ágil e objetiva, porém não menos profunda, de bons livros de contos. Mas quando terminei de ler Histórias Extraordinárias me dei conta de que eu desconhecia um dos melhores. É claro que já ouvira muito sobre Poe e a fama de suas histórias mórbidas, mas não lera nada dele até então. Foi sem dúvida uma surpresa maravilhosa ler alguns de seus contos mais famosos reunidos nesse livro. Por isso é uma honra apresentar aos leitores do blog esta pequena parcela da obra desse escritor tão digno de ser apreciado.
Não poderia falar de todos os 18 contos em um único post, por isso escolhi três deles de que mais gosto. O primeiro é O Gato Preto, possivelmente é o conto mais famoso de Allan Poe. Conta a história de um homem que amava animais, e quando se casou tinha um gato preto. Com o tempo ele acabou caindo no vício do álcool e seu casamento ficou comprometido. Este homem tinha crises constantes humor, tornou-se agressivo, e descontava a raiva na esposa e no gato. Um dia em uma dessas crises ele fura o olho do gato. Isso faz com que sua raiva aumente ainda mais pois ele sente que o gato o persegue, sempre vigilante. Então ele resolve enforcar o gato em uma árvore nos fundos da casa. Nessa mesma noite a casa pega fogo. Esse seria o primeiro dos infortúnios relacionados ao gato preto. O conto segue com a fúria do homem e o trágico sofrimento da esposa. Leia o conto completo AQUI.
Outro conto famoso é O Barril de Amontilhado. É uma história curta sobre vingança. Inicia-se com o narrador, Montresor, irado jurando vingança ao amigo Fortunato. Ele diz estar farto das ofensas recebidas, e reforça a necessidade que tem de vingar-se sem sofrer consequências por seus atos. Ele então inventa uma desculpa para levar Fortunato a sua adega particular. Diz ter adquirido um vinho que julga ser Amontilhado, mas que contava com a experiência do amigo para avaliá-lo. A vingança será um ato cruel executado com calma espantosa. Leia o conto completo AQUI.
O terceiro conto, e o que mais gosto, Os crimes da rua Morgue é a história da investigação de um crime misterioso e complicado. Duas mulheres são cruelmente mortas dentro da própria casa. O caso parece não ter solução. Cabe, portanto, a Durpin, um homem criativo e sistemático, desvendar o segredo por trás dos crimes. Leia o conto completo AQUI.
Minha Avaliação: ♦♦♦♦♦ (Bom)

Confira o filme "Os crimes da rua Morgue" com Bela Lugosi:
Parte I


É isso aí. Espero que tenham gostado. Até a próxima!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Entrevista com autor: Paulo Wainberg

Olá pessoal! Tive o prazer de entrevistar o autor do livro Unhas, cuja resenha já foi publicada no blog (veja AQUI), Paulo Wainberg. Ele foi bastante simpático e direto em suas respostas. Respondeu perguntas pessoais e contou um pouco sobre Unhas e seu processo de criação.
Conheça um pouco sobre o autor considerado por muitos leitores como polêmico, e na minha opinião um excelênte escritor. Espero que gostem!

HS: Antes de mais nada eu gostaria de saber um pouquinho sobre o Paulo Wainberg, onde nasceu, cresceu e onde mora atualmente.
Paulo: Nasci em Porto Alegre, onde sempre vivi e onde moro até hoje. Adoro minha cidade e nunca pensei em morar em outro lugar. De certa forma, vi a cidade crescer e se desenvolver, aqui estão minhas raízes, meus amigos, minha família. Uma das coisas de que mais gosto é voltar para Porto Alegre, sempre que viajo. Cada vez que volto é como se estivesse chegando ao lugar seguro, ao encontro da "minha gente". Acho que isto, de alguma forma, influenciou muito minha literatura. O cenário de meus romances é sempre Porto Alegre, embora nunca, em nenhum livro, tenha mencionado o nome da cidade. Mas quem a conhece, certemente irá identificá-la.

HS: Como foi que você se tornou escritor?
Paulo: Antes de me tornar escritor, fui um grande leitor, um devorador de livros, minha média era de três livros por semana. Sempre gostei de ficção e nunca tive muito interesse por biografias. As biografias me parecem uma invasão da vida alheia, coisa que, no meu dia a dia, simplesmente detesto. Comecei a escrever muito cedo, ainda no colégio. Minhas redações eram lidas para a classe porque eu sempre ia além do tema solicitado. Comecei a escrever contos, poemas e crônicas aí pelos treze anos de idade, mas nunca pensei em publicar os textos e guardava tudo numa gaveta. Foi assim até que minha esposa, um dia, mostrou meus textos para um professor de literatura que, entusiasmado, enviou para um editora que, assim, para meu espanto, publicou meu primeiro livro.
Não sei como me tornei escritor, a sensação é a de que nasci escritor.

HS: Qual foi seu primeiro livro e qual a sensação ao vê-lo publicado?
Paulo: Meu primeiro livro foi Conversa de Verão, crônicas que, como disse, foram selecionadas por um professor de literatura e pelo editor. A sensaçõa de vê-lo publicado foi estranha, uma espécie de irrealidade. Quando vi o livro pela primeira vez pareceu coisa de outra pessoa, demorei a me acostumar com a ideia de que eu tinha escrito. Depois, na sessão de autógrafos, foi uma alegria enorme, muita gente compareceu, foi um grande sucesso o lançamento. Afinal, esse livro foi publicado em 1981, eu era conhecido por todos como advogado, ninguém sabia que eu escrevia.

HS: Fale, por favor, um pouco sobre o seu livro "Unhas". De onde tirou a inspiração para escrevê-lo. Como efetivamente nasceu essa ideia?
Paulo: "Unhas" nasceu, literalmente, num engarrafamento de trânsito. Naquela época eu estava trabalhando em outro romance, a Gargalhada de Julieta, que somente agora foi concluído e enviado para a editora. Era um final de tarde chuvoso, o trânsito totalmente parado. Eu ouvia, no rádio, um programa esportivo quando, sem mais nem menos, uma frase surgiu na minha cabeça: "Estava cortando as unhas dos pés, sentado na privada, quando faltou luz".
Essa frase não me deixou em paz, até que cheguei em casa e fui direto para o computador. Escrevi a frase e não parei mais. Não tinha a menor ideia do que viria a seguir e somente depois de escrever umas vinte páginas é que o personagem se revelou um exterminador de paixões proibidas.

HS: O que você esperava de "Unhas". Como imaginou que seria a recepção dos leitores e como ela tem sido de fato?
Paulo: Como sempre, quando um livro é publicado, a expectativa é grande. Minha primeira surpresa foi, após enviar o manuscrito para oito editoras, receber um telefonema da Editora Leya, que recém abrira sua filial no Brasil,contratando o livro para publicação. Vibrei. Munca imagino como será a recepção dos leitores, isto é uma coisa sobre a qual não se tem o menor controle. É claro que meus pré-leitores gostaram muito do livro e isto foi um indício. Posteriormente, depois de publicado, ele causou algum reboliço por aí, recebi, numa proporção de sete para três, resenhas e críticas muito elogiosas. Porém os que compuseram o "três", simplesmente detestaram o livro. Muitos destes confundiram o livro com o personagem e, ao invés de criticar a obra, criticaram o personagem, o que me parece um equívoco de avaliação. Qualquer pessoa mais ou menos saudável terá que detestar o personagem Unhas. Uma pessoa me escreveu dizendo que jogou o livro pela janela, de tão nojento. Mas outros falaram em obra-prima, revolução editorial, inovação, etc, etc. É claro que dou valor às opiniões, elas são importantíssimas, tanto as boas quanto as ruins. Sem ser pretencioso, considero que Unhas é muito mais do que um romance poilicial. Ele não foi escrito para ser um romance policial, acho que é mais um enfoque sobre a loucura humana e de que modo as pessoas justificam seus erros e seus crimes. Unhas é um livro que, lançado em agosto de 2010, ainda rende resenhas e comentários, sobretudo nos blogs e nas redes sociais.

HS: Que tipo de livros você gosta de ler?
Paulo: O primeiro livro que li, isto é, eu era leitor de gibus e com onze anos, tive que ficar de cama por uns dias devido à uma cachumba, foi Reinações de Narizinho, do Monteiro Lobato. Considero esse escritor fundamental, inclusive na minha formação pessoal. Através dele descobri que era muito bom ler sem figurinhas e minha imaginação voou com toda a sua coleção infantil. Os Doze Trabalhos de Hercules li umas dez vezes, sem exagero. Depois Machado de Assis que devorei. Aí descobri Aloísio de Azevedo e seu grande livro O Cortiço, para mim o primeiro verdadeiro romance brasileiro.
Em seguida, os franceses, Maurice Druon, Sthendal, Victor Hugo, Erich Marie Remarque, gostava muito também de Molière e Corneille, Sartre, Simone du Bauvoir, Lamartine e Alfred de Musset na poesia e vários outros. Os autores russos, que li também, eu achava meio chatos, pela quantidade de personagens e apelidos e abreviaturas dos seus nomes. Mia tarde comecei a ler romances policiais, Maigret, Arthur Conan Doyle, Agatha Christie. Mais adiante me apaixonei por Fernando Sabino e Rubem Braga - quando descobri a crônica - gênero que gosto muito de produzir. A Bíblia também foi uma leitura importante.

HS: Quais são seus escritores favoritos?
Paulo: Dos escritores atuais, gosto muitíssimo dos americanos Phillip Roth e Paul Austner, no Brasil de Ruben Fonseca. Não posso dizer que tenho escritores favoritos, Gabriel García Marquéz, por exemplo, é um grande escritor com Cem Anos de Solidão, mas não gostei assim, de ficar enlouquecido, de nenhum outro livro dele. Mario Vargas Llosa é outro, genial. Adro Benedetti, do Uruguai, gosto muito do Cortázar e, para desespero de muita gente, acho a Clarice Lispector uam chatice.

HS: Existe algum personagem (de suas obras) com o qual você se identifique?
Paulo: Não. Mas acho que, em todos sos meus personagens, há um pouco de mim. Talvez aquele com quem eu mais me ache parecido é o personagem de Os malditos (Ed. Bertrand), não pelo que ele faz, mas pelo que ele pensa.

HS: O que vem primeiro, livro ou título?
Paulo: Quando o livro é de crônicas o título vem depois. No meu último livro de crônicas, Outro Vagabundo Toca em Surdina, o título foi escolgdo dentre outros cinco que eram, também, títulos de crônicas.
Quando se trata de um romance, geral o título vem depois. No caso de Unhas, por exemplo, foram várias alternativas, O Paraíso não cabe no céu quase emplacou. Mas, quando escrev aquela primeira frase que contei, acima, ao salvar o arquivo, o nome que me ocorreu foi Unhas, porque a história começava com o sujeito cortando as unhas dos pés. E foi ficando, ficando, até que, depos de muita discussão com a editora, ficou.

HS: Você possui alguma mania da qual não abre mão?
Paulo: Se você está perguntando sobre processo criativo e coisas assim, não. Sou muito disciplinado, isto é, escrevo todos os dias das 11 da noite às três da madrugada. Mesmo em dias em que nada consigo escrever, estou trabalhando no meu texto, revendo, corrigindo e outras coisas. Se isto é uma mania, não abor mão dela. Considero que escrever é mais um turno de trabalho, no meu dia, que só começa pelas onze da manhã, porque afinal eu também tenho que dormir. Das onze às seis da tarde, sou advogado, trabalhando no meu escritório, com algumas incursões literárias, quando dá tempo. Depois vou para casa curtit minha família e, principlamente Luiza, minha neta que faz dois anos em junho. Quando tudo se aquieta e se não tiver jogo do Internacional, vou para o computador.
Na vida pessoal, não sei se tenho manias. Por exemplo, não consigo usar as mesmas meias. Gosto de silêncio (quase nunca consigo) durante o café da manhã. Não saio de casa sem tomar banho. Coisas desse tipo. Ah, sim, sou fumante e não abro, mas isso não é mania, é vício.

HS: O que você busca passar para os seus leitores com seus livros?
Paulo: Lietratura, para mim, é uma forma de arte que utiliza a palavra como expressao. Sua finalidade não é mudar o mundo nem mudar as pessoas e sim, provocar prazer, seja pela emoção, pelo medo, pelo suspense, pela beleza. O que desejo é que meus leitores gostem do que estão lendo, queiram ler mais e fiquem chateados quando o livro terminar.

HS: Obrigada pela entrevista. Deixe um recado para os leitores e futo]uros escritores.
Paulo: Eu é que agradeço pela entrevista e, como recado, tenho a dizer o seguinte: Ninguém é obrigado a gostar de ler. A leitura é um gosto, como qualquer outro, então o que sempre digo, em palestras e entrevistas é: Se você nunca leu, experimente. Se gostar continue. Porque uma coisa é certa: Quem lê se diverte mais do que quem não lê.
Quanto aos futuros escritores, só uma palavra: Disciplina.


É isso aí pessoal, espero que tenham apreciado acompanhar essa breve conversa com Paulo Wainberg. Ele é sem dúvida uma pessoa franca e direta, e é, também ótimo escritor. Se ainda não leu nenhuma obra de Paulo Wainberg não perca a oportunidade!
Até a próxima!









segunda-feira, 16 de abril de 2012

Amante Eterno - J. R. Ward

Título Original: Eternal Lover
Autoria: J. R. Ward
Tradução: Jacqueline Valpassos
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 448
ISBN: 978-85-7930-085-4
Irmandade da Adaga Negra.
Guerreiros obstinados dispostos a arriscar a imortalidade para preservar sua raça.

Nas sombras da noite em Caldwell, Nova York, desenrola-se uma sórdida e cruel guerra entre os vampiros e seus carrascos. Há uma irmandade secreta, sem igual, formada por seis vampiros defensores de sua raça.
Possuído por uma besta letal, Rhage é o membro mais perigoso da Irmandade da Adaga Negra.
Dentro da Irmandade, Rhage é o vampiro de apetites mais vorazes. É o melhor lutador, o mais rápido a reagir, baseado em seus instintos, e o amante mais voraz, porque em seu interior arde uma feroz maldição lançada pela Virgem Escriba. Possuído por esse lado sombrio, Rhage teme constantemente que o dragão dentro de si seja liberado, convertendo-o num perigo para todos à sua volta.
Marry Luce, uma sobrevivente de muitas adversidades, entra de maneira involuntária no universo dos vampiros, contando apenas com a proteção de Rhage. Concentrada em combater sua própria maldição, potencialmente mortal, Mary não está buscando amor e perdeu sua fé em milagres tempos atrás. Mas quando a intensa atração animal de Rhage se transforma em algo mais emocional, ele sabe que Mary precisa ser sua e de mais ninguém. E enquanto os inimigos fecham o cerco, Mary luta desesperadamente para alcançar a vida eterna com aquele que ama...

Depois de alguns meses, após ter lido Amante Sombrio (o primeiro livro da série), cuja resenha já está aqui no blog, acabei sendo convencida a continuar a ler os livros da irmandade. A verdade é que quase todos os leitores da atualidade (nesse caso o público feminino) já conhecem a tão comentada Irmandade da Adaga Negra, portanto é quase essencial que eu acompanhe e entenda essa tendência tão rentável no mercado editorial. Bom, vamos lá.
A Irmandade da Adaga Negra é uma série vampiresca hot. A cada livro conhecemos um personagem, um dos vampiros guerreiros que lutam para manter a integridade de sua raça. No primeiro livro o leitor conhece o rei dos vampiros, Whath, que se apaixona pela meio humana Beth.
Agora, em Amante Eterno, voltamos as sombras noturnas de Caldwell para conhecer o mais forte e mortal dos membros da Irmandade. É Rhage, conhecido por Hollywood devido a sua aparência estonteantemente bela e por sua fama de conquistador. Ficamos sabendo, porém, que o comportamento explosivo de Hollywood não é em função de seu gênio difícil e sim de uma antiga maldição que foi lançada sobre ele.

"Na clareira havia uma criatura. Quase três metros de altura, semelhante a um dragão, com dentes como os de um tiranossauro rex e afiadas garras dianteiras. A coisa brilhava ao luar, o poderoso corpo e cauda cobertos com escamas que refletiam do verde ao púrpura.
─ Que diabos é aquilo? ─ murmurou Butch, tateando para se certificar de que a porta estivesse mesmo fechada.
─ Rhage. De muito mau humor." - Página 49-50

Até aqui apenas narrei fatos, mas não posso deixar de dizer que tudo isso (como tudo o que se segue) não passa de uma fórmula pronta. Acredito que todos os livros dessa série tem esse mesmo formato, um herói de extrema beleza, ou charme, intenso magnetismo sexual e muita força; marcado por uma cicatriz física ou psicológica (as vezes as duas); que acaba apaixonado e para viver a paixão deve confrontar-se.
Em Amante Eterno o amor que se apresenta a Rhage é Mary Luce. É nesse ponto que o drama se acentua, pois Mary tem uma doença grave, Leucemia. Para Rhage a doença não seria impecílio se não fosse o fato de Mary ser humana e de sua besta interior ter o desejo de possuí-la.

"Deus, não sabia como não havia entendido antes. Talvez só quisesse evitar a verdade.
Estar com Mary era diferente porque... ele não era o único que queria fazer amor com ela. A besta a queria também. A besta queria sair para poder tomá-la." - Página 375

E o livro transcorre normalmente, entre trechos de luta, drama e sexo, até um final que não surpreende, como todo o resto.
Amante Eterno é um livro de enredo fraco e previsível. O que talvez esteja despertando tantas fãs da série é sem dúvida a maneira como J. R. Ward estruturou seus personagens masculinos e, também, femininos. Eles são, com certeza, o sonho da maioria das mulheres. Elas, na maioria das vezes simples, de beleza comum, ou belas de espírito leve, mas a tentativa parece ser sempre aproximá-las da realidade. No final a fantasia gerada na mente das leitoras é um afago ao próprio ego.
Espero não ser massacrada por essa resenha, mesmo porque respeito muito as fãs desses livros, mas já que cheguei até aqui concluo que os livros das série Irmandade da Adaga Negra não passam de "livros de banca" editados para as livrarias.
Minha Avaliação: ♦♦♦♦♦ (regular)

sábado, 14 de abril de 2012

Música da semana: My Valentine - Paul McCartney

Todos já devem ter assistido mas não posso deixar de compartilhar. Trata-se do clipe da nova música de Paul Mccartney. Talvez passasse despercebido se não fosse a participação de dois atores maravilhosos: Johnny Depp e Natalie Portman. Os dois aparecem no clipe que foi dirigido pelo próprio Paul. A música é linda e, além disso, achei o clipe bastante sensível.
Não posso deixar de dizer que o Johnny está lindo demais como sempre e a Natalie (gosto bastante dela) está fabulosa. Eles aparecem fazendo linguagem de sinais, Natalie move os lábios conforme a letra da música e Johnny aparece tocando. Na verdade são três versões do clipe. Na primeira apenas Johnny, super sério e com um olhar fatal. No segundo apenas Natalie, que deu um toque bem mais leve. No terceiro temos os dois, chega a arrepiar!
Bom, para quem não viu e para quem quer ver novamente... My Valentine!


Espero que tenham gostado! Até a próxima.

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